Programa produzido pela Rádio Batuta com a missão de pescar pérolas pouco conhecidas do acervo musical do Instituto Moreira Salles (IMS), voltado principalmente para discos em 78 rotações. A seleção dos fonogramas é do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos. O acervo está disponível no site discografiabrasileira.com.br.
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Exaltação ao país
“Onde o céu azul é mais azul”, de Braguinha, Alcyr Pires Vermelho e Alberto Ribeiro, é um clássico do samba-exaltação, o gênero que ganhou força no Estado Novo, de Getúlio Vargas.…
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Fado de sucesso
O português Francisco José já tinha gravado “Olhos castanhos”, de Alves Coelho Filho, sem qualquer sucesso em 1957. Era um fado autêntico, acompanhado de guitarras tradicionais. Em…
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Hino do violão
A valsa “Abismo de rosas”, de Américo Jacomino, o Canhoto, é considerada um hino do violão brasileiro. A gravação por Dilermando Reis, de 1952, a transformou num clássico maior ain…
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Carmen Miranda celebra o Rio
A marchinha “Primavera no Rio”, de João de Barro, o Braguinha, foi gravada por Carmen Miranda em agosto de 1934 para ser lançada no final de setembro e comemorar a chegada da estaç…
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A chegada do amor na voz de Carlos Lyra
“Chora tua tristeza” tem interpretação elegante, como Carlos Lyra sabia fazer bem. Mas a composição não é dele, e sim de Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini. Foi lançada em 1960,…
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Suingue e romantismo
Miltinho foi ao mesmo tempo o rei do ritmo, capaz de suingar malandro no sambalanço, e ser reconhecido como um cantor sofisticado do samba-canção. “Lembranças”, de Raul Sampaio e B…
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Emilinha Borba ‘escandalosa’
As paradas de sucesso estavam cheias de ritmos latinos quando, em 1947, Emilinha Borba seguiu a onda e gravou a rumba “Escandalosa”, de Moacir Silva e Djalma Esteves. A letra, com…
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O baião de Carmélia, Humberto e Sivuca
A onda dos ritmos nordestinos estava no auge, em 1951, quando Carmélia Alves, a Rainha do Baião, gravou “Adeus Maria Fulô”, de Sivuca e Humberto Teixeira, também advogado e por iss…
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O edredom em um samba-canção
A primeira opção de Herivelto Martins para gravar o seu “Edredom vermelho” era Jamelão, mas o cantor achou que, por suas referências domésticas – além do edredom, fala em quarto, t…
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O vozeirão de Agnaldo Rayol
Agnaldo Rayol era um jovem cantor-galã da recente televisão brasileira quando gravou, em 1962, o samba-canção “E a vida continua”, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim. O cancioneiro da…
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Tom Jobim por Claudette Soares
A carioca Claudette Soares começou a década de 1950 com o título de Princesinha do Baião, dado pelo Rei do Baião, Luiz Gonzaga. No final da década, ela já estava no palco das boate…
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De Bororó para Orlando
Foi o compositor Bororó quem apresentou Orlando Silva, office boy entre outras pequenas ocupações, a Francisco Alves, dando início à carreira daquele que viria ser o Cantor das Mul…
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O ‘samba-canção chopiniano’
“Samba em prelúdio”, de Baden Powell e Vinicius de Moraes, tem uma história curiosa. O poeta ficou tão impressionado com a beleza da melodia do parceiro que se recusou de início a…
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A ‘Palhaçada’ de Dóris Monteiro
“Palhaçada”, composição de Luiz Reis e Haroldo Barbosa, surgiu com tanta força em 1961 que recebeu oito gravações naquele mesmo ano. Uma delas foi a de Dóris Monteiro, que estava a…
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Marina
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O lado cantor de Moacir Franco
No início dos anos 1960, Moacir Franco conseguia ser ao mesmo tempo ator cômico (era o mendigo da Praça da Alegria) e cantor de canções românticas. Fazia sucesso nos dois trabalhos…
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Dançando na boate
O samba de boate – alegre e dançante – é uma das marcas do que foram os chamados anos dourados do Rio de Janeiro nos anos 1950. “Recado”, composto pela dupla Luiz Antônio e Djalma…
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Elizeth em samba-canção clássico
O samba-canção “Nossos momentos”, de Haroldo Barbosa e Luiz Reis, gravado por Elizeth Cardoso em 1961, costuma estar nas listas de dez maiores clássicos do gênero. O acompanhamento…
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Cauby sempre Cauby
O país deixava aos poucos a era do rádio, vivia o auge da bossa nova e, com os roquinhos de Cely Campelo, já se preparava para receber a Jovem Guarda de Roberto Carlos. Cauby Peixo…
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Samba de ‘gente pobre, gente rica’
Pedro Caetano diz que compôs “É com esse que eu vou” sem maiores pretensões, mas a letra, que junta grupos diferentes, “gente pobre, gente rica”, tem um aceno significativo de conf…